sexta-feira, 1 de abril de 2011

ARTIGOS DE OPINIÃO - RECADOS DE ABRIL 2011 PARA O 3°s ANOS DO JC


Tiririca emprega na Câmara dois amigos humoristas


Habituado a produzir chistes na TV, o deputado-palhaço Tiririca (PR-SP) decidiu fazer graça também em Brasília. Pendurou na folha de salários da Câmara dois colegas de profissão: os humoristas José Américo Niccolino e Ivan Oliveira.
Deve-se a revelação ao repórter Leandro Cólon. Ele conta que a dupla recebe o maior salário do gabinete. Coisa de R$ 8 mil, com gratificações.
Levam sobre os trabalhadores convencionais uma vantagem: os contracheques lhes chegam sem o inconveniente do derramamento de suor.
Atrações do programa “A Praça é Nossa”, Niccolino e Oliveira residem em São Paulo. E Tiririca não possui escritório na cidade.
Ouvido, Niccolini justificou as contratações –a sua e a do amigo— com um par de frases:


“A gente é bom para dar ideias”, disse. “Ele (Tiririca) escolheu a gente porque ajudamos na campanha, só por isso. Acredita que podemos dar boas ideias”.


Atribuiu-se a Niccolini e a Oliveira a autoria dos bordões que Tiririca recitou na propaganda eleitoral de 2010.


“Vote no Tiririca, pior do que está não fica", eis um deles.


"O que é que faz um deputado federal? Na realidade, não sei. Mas vote em mim que eu te conto", eis o outro.
Devagarzinho, Tiririca vai descobrindo o que faz um deputado. Em muitos casos, faz-se na Câmara o mesmo que ele fazia antes: palhaçada!
A dferença é que, quando urdida no escurinho de Brasília, longe dos holofotes, a graça de poucos converte-se em desgraça de muitos.
Financiadora da bilheteria, a plateia costuma ficar tiririca da vida sempre que é assaltada (ôps!) pela sensação de que, no circo brasiliense, pior do que está sempre fica.
Escrito por Josias de Souza às 06h42, em 01/04/2011 - acesso em 01 de abril/ publicado em http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-04-01_2011-04-30.html

DROGAS NA ADOLESCÊNCIA

Por: WAGNER PAULON
Data: 11/07/08

Não é um fenômeno único e isolado, o fato do grande aumento do uso de drogas entre os adolescentes, durante a década passada, no Brasil, Estados Unidos e em outros países. Acreditava-se que, na década de 60 os jovens passaram a consumir mais drogas com o advento da cultura e essa crença limitava-se somente aos jovens. Tal crença é uma ilusão e só pode obstruir as tentativas de se colocar o problema em perspectiva dequada.

O emprego e abuso propagado de drogas não se restringem aos adolescentes e não começou com o advento da cultura jovem dos anos 60, como qualquer um que tinha 20 anos na década de 20 pode atestar.

Conquanto possa haver diferenças significativas entre as gerações no que concerne aos seus padrões de uso de drogas, a sociedade mais ampla, da qual os adolescentes são uma parte, vem-se desenvolvendo como uma "cultura da droga" há muitos anos. Por exemplo, de um quarto a um terço de todas as prescrições médicas atualmente feitas no Brasil, Estados são para estimulantes ou comprimidos para regime (anfetaminas) ou tranqüilizantes. Entre 1964 e 1977, as receitas de Valium e Librium, os dois tranqüilizantes mais usados, aumentou de 40 para 73 milhões por ano, só nos Estados Unidos.

Revistas, jornais, rádios, televisões bombardeiam as pessoas com mensagens insistentes de que o alívio para quase tudo - ansiedade, depressão, excitamento - depende "exatamente de engolir mais um comprimido". Nas palavras de um garoto de 13 anos: "Espera-se que nós não tomemos drogas, mas a TV está cheia de comerciais mostrando pessoas correndo para obter seus comprimidos porque alguma coisa as incomoda". Os adolescentes que adotaram essa maneira de ver como a vida deve ser conduzida podem apenas estar refletindo modelos sociais e paternos.

Através de pesquisas têm se mostrado que, os jovens cujos pais fazem uso significativo de drogas como álcool, tranqüilizantes, fumo, sedativos e anfetaminas são mais inclinados que os outros adolescentes a usar maconha, álcool e outras drogas. Como me disse um garoto de 15 anos: "Em minha casa, não se pode espirrar sem tomar algum comprimido. Minha mãe está sempre tomando alguma coisa para dor de cabeça, e meu pai para ficar acordado a fim de trabalhar à noite. Eles não são alcoólatras, mas certamente bebem muito. Assim sendo, sou algum criminoso por fumar maconha?”.

Embora muitos adolescentes estejam se tornando dependentes de drogas de alto risco, a maioria não está. Apesar das predições lúgubres do fim dos anos 60 de que estávamos na iminência de uma "epidemia" de uso de drogas entre adolescentes, nada disso realmente aconteceu. O uso da maconha, álcool e fumo está disseminado entre os jovens; mas o uso das drogas da "contracultura", como o LSD e outras substâncias, inalantes (cheirar cola), estimulantes (anfetaminas) e calmantes (barbitúricos) e produtos que ingressaram mais recentemente no campo das drogas da juventude, como heroína, cocaína, PCP ("pó de anjo"), quaaludes etc., não tem sido detectado senão em uma de cada cinco pessoas nos Brasil, (e o índice geralmente é menor em outros países ocidentais). Muitos dentre os antigos consumidores ocasionais abandonaram tais drogas sem as substituir por outras.
Não podemos tapar o sol com peneira, não há lugar para complacência. Embora seja certo afirmar, por exemplo, que "apenas" de 3% a 5% dos estudantes de nível colegial no Brasil, já experimentou maconha, isso significa mais de um milhão de jovens. Além disso, o uso de drogas "tradicionais" (isto é, de adultos), sobretudo o álcool, tem aumentado nos últimos anos, mais notavelmente entre os adolescentes mais jovens. ( http://www.soartigos.com/artigo/458/DROGAS-NA-ADOLESCENCIA/ - Acesso em 01 de abril de 2011)



Reação a Bolsonaro mostra o Brasil cansado da infâmia
Por Hamilton Octavio de Souza
30/03/2011

O Deputado Bolsonaro todo mundo conhece. É quadro da direita mais atrasada do Brasil, o sujeito que ainda acredita na truculência da Ditadura Militar, na truculência da polícia contra pobres e negros, na truculência dos pais na criação dos filhos. Está fora da realidade e do projeto de construção de um mundo melhor.
Há muito tempo que o Deputado Bolsonaro escandaliza o Brasil. Já fez discursos defendendo a volta do regime militar, ataca sistematicamente os direitos humanos, é contra a Comissão da Verdade, vive posando de macho polemista nos programas de TV e rádio que especulam e sensacionalizam as causas LGBT, das mulheres, dos negros e dos pobres em geral.
Ele segue a política do bate-bate, numa época em que boa parte da humanidade tenta vencer a guerra, os regimes ditatoriais, os métodos mediáveis, o obscurantismo e a ignorância. Tentamos, todos nós, entrar na era do politicamente correto, no tratamento correto das questões ambientais, das questões de gênero, das questões de orientação sexual. Queremos superar os traumas preconceituosos produzidos pelas religiões, pela estrutura familiar antiquada e pela sociedade fascista, e pelos interesses econômicos quando predominam sobre as relações humanas.
A última fala do Deputado Bolsonaro, no CQC, causou imediata reação da sociedade. Principalmente a juventude (ainda bem!) ficou revoltada com a discriminação manifestada em concessão pública de radiodifusão. Muita gente, desta vez, incorporou o nível de tolerância zero para demonstrar indignação com o desrespeito público do parlamentar.
O que ele falou, diferentemente do que a mídia costuma induzir como brincadeira e piada não colaram como algo engraçado, cônico, divertido. Ao contrário, a fala inadequada do Deputado Bolsonaro foi imediatamente interpretada como uma ofensa ao conjunto da sociedade, ainda mais de uma sociedade que tenta assumir a sua maioria negra, parda, mestiça, multirracial – como sendo uma virtude a ser festejada na face do Planeta.
Se o programa de TV e o medieval Deputado Bolsonaro imaginaram produzir algum tipo de humor televisivo e marqueteiro, caíram do cavalo, pois no entendimento de muitos, o que aconteceu não pode ser jogado na vala comum do humor, já que prevalece o sentimento-consciência de que esse tipo de manifestação não pode mais ser aceito – sob pretexto algum.
As pessoas se encheram das piadas contra pobres, negros, trabalhadores, gays, lésbicas – e todos aqueles cidadãos e cidadãs que lutam para um tratamento igual e afirmativo na nossa sociedade, não abrem sorrisos para manifestações preconceituosas. Isso é evidente, e está cada vez mais ficando claro. Os meios de comunicação precisam colocar os seus sensores no povo, para perceber que essas manifestações como a do Deputado Bolsonaro não têm mais – felizmente – respaldo social.
Que o referido deputado seja devidamente acionado pelo Ministério Público, seja punido por seu partido (PP-RJ) e seja duplamente punido na Câmara dos Deputados. Que aprenda, de uma vez por todas, a respeitar o povo brasileiro. (Hamilton Octavio de Souza é jornalista e professor da PUC-SP. publicado em 30/03/2011, em
http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/artigos-e-debates/1545-reacao-a-bolsonaro-mostra-o-brasil-cansado-da-infamia acesso em 01/04/2011)

NOTA: Confira a carta Manifesto para o abaixo-assinado contra Jair Bolsonaro
http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/direto-dos-movimentos/1548-carta-manifesto-contra-jair-bolsonaro


É verdade que usamos apenas 10% de nosso cérebro?

Segundo neurologista, usamos muito do nosso cérebro em todas as atividades
Angela Joenck Cayres Pinto


A antiga teoria de que usamos apenas 10% do nosso cérebro se perpetuou ao longo do tempo e, por vezes, é atribuída a Albert Einstein. "Ele nunca disse isso", afirma o neurologista e professor da Pontífica Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), André Palmini.

Na realidade, a origem deste mito está no trabalho do psicólogo americano William James, que em 1908 escreveu: "nós estamos fazendo uso apenas de uma pequena parte do nosso potencial mental e físico". A ideia foi corroborada pelo cientista Karl Lashley, que nas décadas de 1920 e 1930 retirou partes do córtex cerebral de ratos e verificou que eles conseguiam reaprender algumas tarefas.

O avanço da ciência, porém, colocou por terra tais especulações. "Isso vem de uma época que se conhecia muito pouco sobre como investigar o funcionamento do cérebro", diz Palmini. "A capacidade de estudar o cérebro mais profundamente é uma coisa dos últimos 20 ou 30 anos, e isso começou a melhorar a partir da nossa capacidade de fazer exames de imagem, especialmente os exames de chamados 'funcionais', onde conseguimos ver o órgão em funcionamento", explica.

O neurologista cita a ressonância magnética funcional como a melhor forma de investigação, por permitir ver quais áreas do cérebro estão ativas quando estamos fazendo ou pensando em qualquer coisa. "Aí tu consegues investigar áreas envolvidas com linguagem, tomada de decisões, julgamento moral, raciocínio abstrato, leitura, entre outras atividades", aponta o professor.

Outra teoria derrubada pela ciência foi a de que certos povos asiáticos usariam mais o cérebro, devido à maior complexidade de linguagem e uma suposta facilidade para a matemática. "Diziam que o idioma deles usava ideogramas, e que isso envolveria mais áreas do cérebro, e por isso eles usariam mais. E isso é uma barbaridade. O que foi se descobrindo, em termos de histologia, de como as células se comunicam, depois sobre como as sinapses funcionam é que nos mostrou um quadro mais real do uso do cérebro", diz o neurologista.

Segundo Palmini, cada neurônio consegue fazer 20 mil contatos com outros neurônios. "Isso a gente tem como quantificar. E ele também recebe 20 mil contatos de outras células. Então cada célula está envolvida com 40 mil outras, e se tu colocares 100 bilhões de células envolvidas com 40 mil outras, é uma análise combinatória que tende ao infinito, isso é verdade. Mas foi entendido que o cérebro teria muito mais capacidade do que a nossa mera vida humana utiliza pra crescer, pra ler e falar. É uma visão muito pueril", pondera.

O especialista cita estudos que tentam comparar crianças autistas e crianças não autistas. "É possível verificar que quando uma criança normal tem que entender a expressão facial de uma outra pessoa, isso envolve 'n' áreas cerebrais. Ou seja, o que se avançou no conhecimento foi descobrir que para coisas muito simples do nosso funcionamento diário, a gente precisa de uma integração muito grande do nosso cérebro, de diferentes áreas. E isso é suficiente pra se dizer que na realidade a gente usa muito do nosso cérebro para tudo que a gente faz", diz.

Outro exemplo usado pelo neurologista é o da interpretação de timbres de voz. "Pouca gente se dá conta, mas quando estamos chateados ou alegres, usamos diferentes tons, e a interpretação que fazemos da forma como nos comunicamos gera diferentes mensagens. Isso é de uma sutileza absurda, e esta sutileza exige muito processamento neural. E a gente sabe disso hoje", diz.

O cérebro, assim como outro órgão do nosso corpo, funciona com base em energia e está sujeito à lesões decorrentes de vários fatores que afetam o organismo. Segundo o especialista, drogas e álcool não matam apenas células cerebrais, mas também causam danos às células hepáticas, digestivas e diversas outras.

Hoje, é possível mostrar que danos cerebrais mínimos podem trazer graves consequências. "Os lóbulos frontais, ou a parte da frente do nosso cérebro, são considerados a área mais desenvolvida, ou 'humana', do órgão. Pequenas alterações nessa área já são responsáveis pelas pessoas terem uma série de peculiaridades. Por exemplo, a pessoa começa a não dizer as coisas na hora que tem que dizer, ou a ser um pouco inadequada no seu funcionamento social", afirma.

"Aquela ideia de que o cérebro tem muitas áreas de regeneração também não é bem assim. Na verdade, a gente usa muito do nosso cérebro para quase tudo que a gente faz. Dizer que só usamos 10% é tão absurdo quanto pensar que os outros 90% não são usados. Alguém consegue viver sem 90% de capacidade cerebral? Não", conclui Palmini. http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI5041943-EI8399,00-E+verdade+que+usamos+apenas+de+nosso+cerebro.html - ACESSO DIA 03 DE ABRIL DE 2011.

4 comentários:

jaqueline disse...

Jaqueline Siqueira Martins 3°A
Resposta das atividades: 1-C/ 2-E/ 3-B/ 4-E/ 5-A/ 6-E/ 7-B/ 8-C/ 9-A/ 10-D/ 11-C/ 12-A/ 13-E/ 14-)16+32/15-)64+08/... Professora piedade adorei o livro "Vida Seca", pois é um romance regionalista ligado ao ciclo da seca, e mostra a realidade nordestina, denunciando a miséria, e o abandono sertanejo e da opressão a que ele é submetido.
morte e Vida Severina: Respostas. 1-A/2-A/3-A/ 4-B/5-B/6-D/7-C/8-B/9-E/10-E/11-B/12-E/13-B/14-B

Matheus disse...

( Professora peço desculpas pelas palavras sem acentos, pois meu notebook esta com problema nas teclas de acentos, por isso peço que nao leve isso como erro pessoal )

Li todos os artigos acima, e posso comentar que cada um deles, sao super interessantes.
O primeiro artigo, na qual fala, do deputado-palhaço Tiririca, realmente, desde o começo, quando Tirica estava se candidatando a deputado, todos ja sabiam, que a consequencia da escolha seria isso, a palhaçada, pois e o que ele sabe fazer. As pessoas nao tiveram noçao do que fizeram, quando votaram nele, e hoje esta ai, o grande circo brasiliense. E quando Tiririca dizia : “Vote no Tiririca, pior do que está não fica", ve na onde isso se concretizou?, nenhum lugar, muito pelo contrario, pior do que está sempre fica, e ficou. Nesse artigo de opiniao, eu posso concordar com todas as palavras escritas por Josias de Souza.
No segundo artigo, que fala de DROGAS NA ADOLESCÊNCIA, escrito por Wagner Paulon, com o que ele disse posso concordar, pois as drogas nao sao encontradas somente entre adolescentes, e tambem, nao vem so da epoca de 60, ela ja era encontrada desde muito tempo atras e ate hoje, vem crescendo, ainda mais que as drogas nao sao so aquelas iliscitas, sao aquelas que muitos estao acustumados a usar, e dessa maneira, tanto na midia, quanto na sociedade, as pessoas vao influenciando outras a usar, sem saber do grande mal que ira causar na vida daquelas pessoas. As drogas em meio adolescentes, sao comuns, pelo fato de verem os pais, usarem demais os remedios, receitados muitas vezes por medicos, sem um objetivo muito importante, ha tantas outras maneiras de tentar amenizar um problema, no corpo, e a maioria das pessoas sao levadas a usar o meio mais facil, assim, os proprios filhos, daqueles que agem dessa maneira, levam os seus filhos a usarem certas drogas, tambem como meio mais facil de esquecer seus problemas, como disse o menino de 15 anos : "Em minha casa, não se pode espirrar sem tomar algum comprimido. Minha mãe está sempre tomando alguma coisa para dor de cabeça, e meu pai para ficar acordado a fim de trabalhar à noite. Eles não são alcoólatras, mas certamente bebem muito. Assim sendo, sou algum criminoso por fumar maconha?". Realmente e dessa maneira mesmo que acontece, agora a pergunta e : como diminuir tal costume entre a sociedade, dessa medicaçao em meios mais faceis?, na minha opiniao, vai da concientizaçao de cada familia, pessoa, sobre o assunto, a concientizaçao pela midia ajudaria bastante talvez esse problema seria amenizado.
No terceiro artigo, na qual fala do Deputado Bolsonaro, vemos o quanto o Brasil ainda precisa mudar, e vemos tambem, da onde vem os grandes preconceitos de nossa sociedade, na minha opiniao, a concientizaçao de que somos todos iguais, em questao de opiçao sexual. Isso que acontece no Brasil, e tudo ignorancia, tudo falta de bom senso.
O quarto artigo que fala do uso do cerebro, hoje em dia, as pessoas pensam que tem pessoas mais capazes e menos capazes, mas vemos cientificamente provado, que nos usamos muito do cerebro, e nem sabemos, o que falta e saber usar.


- Stefany Mitie Namazu 3ºEMA

Marieli 2° EMB disse...

Olá Professora, bom li todos os artigos, achei muito interessante, pois os temas abordados são bem polêmicos. O primeiro “Tiririca emprega na câmara dois amigos humoristas” é mais uma prova de como a política está sendo satirizada ao levar um ator humorístico ao cargo de deputado e isso se deve ao imenso público brasileiro que ainda não se deram conta de que “ pior que tá fica” e aplaudem de pé esse espetáculo lastimável. Em segundo lugar temos “Drogas na adolescência” que também é um tema muito discutido na sociedade e infelizmente é a realidade de muitos jovens, sendo a maconha apenas a porta de entrada para caminhos de outras drogas, e pude perceber também como os pais influenciam os próprios filhos a serem dependentes químicos como diz num trecho do artigo: “Minha mãe está sempre tomando alguma coisa para dor de cabeça, e meu pai para ficar acordado a fim de trabalhar à noite. Eles não são alcoólatras, mas certamente bebem muito. Assim sendo, sou algum criminoso por fumar maconha?”, o incentivo dos pais é um dos argumentos usados pelos jovens para se justiçar quanto a ser usuário de drogas. No terceiro artigo “Reação a Bolsonamo mostra o Brasil cansado da infâmia reflete bem a indignação do povo brasileiro para com o deputado que se mostra preconceituoso quanto a raça, opção sexual e status. E por fim no último artigo temos a constatação de que o nosso cérebro é usado em todas as atividades e derruba alumas teorias, como por exemplo: certos povos asiáticos usariam mais o cérebro, devido à maior complexidade de linguagem e uma suposta facilidade para a matemática. E afirma que usamos nosso cérebro na maioria das atividades que fazemos.

matthw disse...

Olá professora li os artigos; o primeiro que fala sobre o tiririca que mostra que o povo brasileiro está pagando pelo fato de terem votado nele e transformando uma coisa séria em palhaçada.
O segundo Drogas na Adolescência não precisaria explicar muito sobre esse assunto, pois hoje em dia já virou parece que moda, os jovens de hoje usando algo que lhes faz tão mal e isso porque as drogas não surgiram de agora já faz muito tempo.
No terceiro artigo o deputado Bolsonaro me parece que só pensa em si mesmo, pois ele tenta voltar o regime militar, como diz o artigo ele tenta voltar o uso de métodos medievais tentando ser politicamente correto tentado causar uma boa impressão com sua pose de machão.
O quarto artigo diz sobre as partes do cérebro que usamos. E diz também que cara médico (neurologista) tem uma opinião própria sobre esse assunto. Citando exemplos e formas de mostrar o como nosso cérebro funciona.
Até professora.
Mateus de Paula Nascimento 3° EM Curie