sábado, 20 de fevereiro de 2010

RECADOS PARA O SEGUNDO ANO ENSINO MÉDIO 2010

 
Uns Braços

Inácio estremeceu, ouvindo os gritos do solicitador, recebeu o prato que este lhe apresentava e Tratou de comer, debaixo de uma trovoada de nomes, malandro, cabeça de vento, estúpido, maluco.

- Onde anda que nunca ouve o que lhe digo? Hei de contar tudo a seu pai, para que lhe sacuda a preguiça do corpo com uma boa vara de marmelo, ou um pau; sim, ainda pode apanhar, não pense que não. Estúpido! maluco!

- Olhe que lá fora é isto mesmo que você vê aqui Continuou, voltando-se para D. Severina, senhora que vivia maritalmente com ele, há anos. Confunde-me os papéis todos, erra as casas, vai a um escrivão em vez de ir a outro sistema operacional, advogados Troca: é o diabo! É o tal sono pesado e contínuo. De manhã É o que se vê; primeiro que acorde é preciso quebrar-lhe os ossos ... Deixe; amanhã hei de acordá-lo um pau de vassoura!

D. Severina tocou-lhe no pé, como pedindo que acabasse. Borges espeitorou ainda alguns Improperios, e ficou em paz com Deus e os homens.

Não digo que ficou em paz com os meninos, porque o nosso Inácio não era propriamente menino. Tinha quinze anos feitos e bem feitos. Cabeça inculta, mas bela, olhos de rapaz que sonha, que adivinha, que indaga, que quer saber e não acaba de saber nada. Tudo isso posto sobre um corpo não destituído de graça, ainda que mal vestido. O pai é barbeiro na Cidade Nova, e pô-lo de agente, escrevente, ou que quer que era, do solicitador Borges, com esperança de vê-lo no foro, porque lhe parecia que os procuradores de causas ganhavam muito. Passava-se isto na Rua da Lapa, em 1870.

Durante alguns minutos não se ouviu mais que o tinir dos Talheres eo ruído da mastigação. Borges abarrotava-se de alface e vaca; interrompia-se para virgular uma oração com um golpe de vinho e continuava logo calado.

Inácio ia comendo devagarinho, não ousando levantar os olhos do prato, nem para colocá-los onde eles Estavam em nenhum momento que o terrível Borges o descompôs. Verdade é que seria agora muito arriscado. Nunca ele pos os olhos nos braços de D. Severina que se não esquecesse de si e de tudo.

Também a culpa era antes de D. Severina em trazê-los assim nus, constantemente. Usava mangas curtas em todos os vestidos de casa, meio palmo abaixo do ombro, dali em diante ficavam-lhe os braços à mostra. Na verdade, eram belos e cheios, em harmonia com a dona, que era antes grossa que fina, e não perdiam uma cor nem uma maciez por viverem ao ar, mas é justo explicar que ela os não trazia assim por faceira, senão porque já gastarà todos os vestidos de mangas compridas.

De pé, era muito vistosa; andando, tinha meneios engraçados; entretanto, ele, quase que só a via à mesa, onde, além dos braços, mal poderia mirar-lhe o busto. Não se pode dizer que era bonita, mas também não era feia. Nenhum adorno; o próprio penteado consta de mui pouco; alisou os cabelos, apanhou-os, atou-os e Fixou-os no alto da cabeça com o pente de tartaruga que a mãe lhe deixou. Ao pescoço, um lenço escuro, nas orelhas, nada. Tudo isso com vinte e sete anos floridos e sólidos.
Acabaram de jantar. Borges, vindo o café, tirou quatro charutos da algibeira, Comparou-os, apertou-os entre os dedos, escolheu um e guardou os restantes. Aceso o charuto, fincou os cotovelos na mesa e falou a D. Severina de trinta mil coisas que não interessavam nada ao nosso Inácio; mas enquanto falava, não o descompunha e ele podia devanear à larga.

Inácio demorou o café o mais que pode. Entre um e outro gole alisava a toalha, arrancava dos dedos pedacinhos de pele imaginários ou passava os olhos pelos quadros da sala de jantar, que eram dois, um S. Pedro e um S. João, registros trazidos de festas em casa encaixilhados. Vá que disfarçasse com S. João, Cuja cabeça moça alegra as católicas Imaginações, mas com o austero S. Pedro era demais. A única defesa do moço Inácio é que ele não via nem um nem outro, passava os olhos por ali como por nada. Via só os braços de D. Severina, - ou porque sorrateiramente olhasse para as enguias, ou porque andasse com eles impressos na memória.

- Homem, você não acaba mais? bradou de repente o solicitador.
Não havia remédio; Inácio bebeu uma última gota, já fria, e retirou-se, como de costume, para o seu quarto, nos fundos da casa. Entrando, fez um gesto de desespero e Zanga e foi depois encostar-se a uma das duas janelas que davam para o mar. Cinco minutos depois, a vista das águas próximas e das montanhas ao longe restituía-lhe o sentimento confuso, alguma vago, inquieto, que lhe doía e fazia bem, que coisa DEVE sentir uma planta, quando Abotoa a primeira flor.

Tinha vontade de ir embora e ficar. Havia cinco semanas que ali morava, ea vida era sempre a mesma, sair de manhã com o Borges, andar por audiências e cartórios, correndo, levando papéis ao selo, ao distribuidor, aos escrivães, aos oficiais de justiça. Voltava à tarde, jantava e recolhia-se ao quarto, até a hora da ceia; ceava e ia dormir. Borges não lhe dava intimidade na família, que se compunha apenas de D. Severina, nem Inácio a via mais de três vezes por dia, durante as refeições.

Cinco semanas de solidão, de trabalho sem gosto, longe da mãe e das irmãs; cinco semanas de silêncio, porque ele só falava uma ou outra vez na rua, em casa, nada.

- Deixe estar, - pensou ele um dia - fujo daqui e não volto mais.

Não foi, sentiu-se agarrado e acorrentado pelos braços de D. Severina. Nunca vira outros tão bonitos e tão frescos. A educação que tivera não lhe permitia encará-los logo Abertamente, até parece que a princípio afastava os olhos, VEXADO. Encarou-os pouco a pouco, ao ver que eles não tinham outras mangas, e assim os foi descobrindo, mirando e amando. No fim de três semanas eram enguias, moralmente falando, as suas tendas de repouso. Aguentava toda uma trabalheira de fora toda uma melancolia da solidão e do silêncio, toda uma grosseria do patrão, pela única paga de ver, três vezes por dia, o famoso par de braços.

Naquele dia, enquanto uma noite ia caindo e Inácio estirava-se na rede (não tinha ali outra cama), D. Severina, na frente da sala, recapitulava o episódio do jantar e, pela primeira vez, desconfiou alguma coisa Rejeitou a idéia logo , uma criança! Mas há idéias que são da família das moscas teimosas: por mais que a gente as sacuda, elas pousam e Tornam. Criança? Tinha quinze anos; e ela advertiu que entre o nariz ea boca do rapaz havia um Princípio de rascunho de buço. Que admira que começasse a amar? E não era ela bonita? Esta outra idéia não foi rejeitada, antes afagada e beijada. E recordou então os modos dele, os esquecimentos, as distrações, e mais um incidente, e mais outro, tudo eram sintomas, e concluiu que sim.

- Que é que você tem? Disse-lhe o solicitador, estirado não canapé, ao cabo de alguns minutos de pausa.

- Não tenho nada.

- Nada? Parece que cá em casa anda tudo dormindo! Deixem estar, que eu sei de um bom remédio para tirar o sono aos dorminhocos ...

E foi por ali, no mesmo tom zangado, fuzilando ameaças, mas realmente Incapaz de como Cumprir, pois era antes grosseiro que mau. D. Severina interrompia-o que não, que era engano, não estava dormindo, estava pensando na comadre Fortunata. Não a visitavam desde o Natal, por que não iriam lá uma daquelas noites? Borges redargüia que andava cansado, trabalhava como um negro, não estava para visitas de parola, e descompôs uma comadre, o compadre descompôs, descompôs o afilhado, que não ia ao colégio, com dez anos! Ele, Borges, com dez anos, já sabia ler, escrever e contar, não muito bem, é certo, mas sabia. Dez anos! Havia de ter um fim bonito: - vadio, eo covado e meio nas costas. A tarimba é que viria ensiná-lo.

D. Severina apaziguava-o com desculpas, a pobreza da comadre, o caiporismo do compadre, e fazia-lhe carinhos, um medo, que eles Podiam irrita-lo mais. A noite Caira de todo, ela ouviu o TLIC do lampião do gás da rua, que acabavam de acender, e viu o clarão dele nas janelas da casa fronteira. Borges dia, cansado fazer, pois era realmente um trabalhador de primeira ordem, foi fechando os olhos e pegando no sono, e deixou-a só na sala, às escuras, consigo e com uma descoberta que acaba de fazer.

Tudo parecia dizer à dama que era verdade, mas essa verdade, desfeita uma impressão do assombro, trouxe-lhe uma complicação moral que ela só conheceu pelos efeitos, não achando meio de discernir o que era. Não podia entender-se nem equilibrar-se, chegou a pensar em dizer tudo ao solicitador, e ele que mandasse embora o fedelho. Mas era tudo que? Aqui estacou: realmente, não havia mais que suposição, coincidência e possivelmente ilusão. Não, não, ilusão não era. E logo recolhia os Indícios vagos, as atitudes do mocinho, o acanhamento, as distrações, para Rejeitar a idéia de estar enganada. Daí a pouco, (capciosa natureza!) Refletindo que seria mau acusa-lo sem fundamento, admitiu que se iludisse, para o único fim de observá-lo melhor e averiguar bem uma realidade das coisas.

Já nessa noite, D. Severina mirava por baixo dos olhos os gestos de Inácio; não chegou a achar nada, porque o tempo do chá era curto eo rapazinho não tirou os olhos da xícara. No dia seguinte pode observar melhor, e nos outros otimamente. Percebeu que sim, que era amada e temida, amor adolescente e virgem, retido pelos Liames sociais e por um sentimento de inferioridade que o impedia de Reconhecer-se a si mesmo. D. Severina compreendeu que não havia recear nenhum desacato, e concluiu que o melhor era não dizer nada ao solicitador; poupava-lhe um desgosto, e outro à pobre criança. Já se persuadia bem que ele era criança, e assentou de o tratar tão secamente como até ali, ou ainda mais. E fez assim; Inácio começou a sentir que ela fugia os olhos com, ou falava áspero, quase tanto como o próprio Borges. De outras vezes, é verdade que o tom da voz saia brando e até meigo, muito meigo, assim como o olhar Geralmente esquivo, tanto errava por outras partes que, para descansar, vinha pousar na cabeça dele, mas tudo isso era curto.

- Vou-me embora, repetia ele na rua como nos primeiros dias.

Chegava a casa e não se ia embora. Os braços de D. Severina fechavam-lhe um parêntesis no meio do longo e fastidioso período da vida que Levava, e essa oração intercalada trazia uma idéia original e profunda, inventada pelo céu unicamente para ele. Deixava-se estar e ia andando. Afinal, porém, teve de sair, e para nunca mais, eis aqui como e porquê.

D. Severina Tratava-o desde alguns dias com benignidade. A rudeza da voz parecia acabada, e havia mais do que Bandura, havia desvelo e carinho. Um dia recomendava-lhe que não apanhasse ar, outro que não bebesse água fria depois do café quente, conselhos, lembranças, cuidados de mãe e amiga, que lhe lançaram na alma ainda maior inquietação e confusão. Inácio chegou ao extremo de confiança de rir um dia à mesa, coisa que jamais fizera; eo solicitador não o Tratou mal dessa vez, porque era ele que contava um caso engraçado, e ninguém pune um outro pelo aplauso que recebe. Foi então que D. Severina viu que a boca do mocinho, graciosa estando calada, não o era menos quando ria.

A agitação de Inácio ia crescendo, sem que pudesse acalmar ele-se nem entender-se. Não estava bem em nenhuma parte. Acordava de noite, pensando em D. Severina. Errava na rua, trocava de esquinas, as portas, muito mais que dantes, e não via mulher, ao longe ou ao perto, que lha não trouxesse à memória. Ao entrar no corredor da casa, voltando do trabalho, sentia sempre algum Alvoroço, às vezes grande, quando com ela não dava topo da escada, olhando das classes Através de pau da cancela, como um tendão acudido ver quem era.

Um domingo, - nunca ele esqueceu esse domingo, - estava só no quarto, à janela, virado para o mar, que lhe falava uma mesma linguagem obscura e nova de D. Severina. Divertia-se para olhar em como gaivotas, que faziam grandes giros no ar, ou pairavam em cima d'água, somente avoaçavam ou. O dia estava lindíssimo. Não era só um domingo cristão; era um imenso domingo universal.

Inácio passava-os todos ali no quarto ou à janela, ou relendo um dos três folhetos que trouxera consigo, contos de outros tempos, comprados um tostão, debaixo do Passadiço do Largo do Paço.

Eram duas horas da tarde. Estava cansado, DORMIRA mal a noite, depois de haver andado muito na véspera; estirou-se na rede, pegou em um dos folhetos, uma Magalona Princesa, e começou a ler. Nunca Pôde entender por que é que todas as velhas histórias dessas Heroínas tinham uma mesma cara e talhe de D. Severina, mas a verdade é que os tinham. Ao cabo de meia hora, deixou cair o folheto e pós os olhos na parede, donde, cinco minutos depois, viu sair a dama dos seus cuidados. O natural era que se espantasse; mas não se espantou. Embora com as pálpebras cerradas viu-a desprender-se de todo, parar, sorrir e andar para a rede. Era ela mesma, seus braços eram os mesmos.

É certo, porém, que D. Severina, tanto não podia sair da parede, dado que houvesse ali porta ou Rasgão, que estava justamente na sala da frente ouvindo os passos do solicitador que descia as escadas. Ouviu-o descer, foi à janela vê-lo sair e só se recolheu quando ele se perdeu ao longe, no Caminho das Mangueiras da Rua. Então entrou e foi sentar-se no canapé. Parecia fora do natural, inquieta, quase maluca; levantando-se, foi pegar na jarra que estava em cima do aparador e deixou-a no mesmo lugar, depois caminhou até a porta, Deteve-se e voltou, ao que parece, sem plano . Sentou-se outra vez cinco ou dez minutos. De repente, lembrou-se que Inácio Comera pouco ao almoço e tinha o ar abatido, e advertiu que podia estar doente, podia ser até que estivesse muito mal.

Saiu da sala, Atravessou rasgadamente o corredor e foi até o quarto do mocinho, Cuja porta achou escancarada. D. Severina parou, espiou, deu com ele na rede, dormindo, com o braço para fora eo folheto caído no chao. A cabeça inclinava-se um pouco do lado da porta, deixando ver os olhos fechados, os cabelos REVOLTOS e um grande ar de riso e de beatitude.

D. Severina sentiu bater-lhe o coração com veemência e recuou. Sonhara de noite com ele, pode ser que ele estivesse sonhando com ela. Desde madrugada que a figura do mocinho andava-lhe diante dos olhos como uma tentação diabólica. Recuou ainda, depois voltou, olhou dois, três, cinco minutos, ou mais. Parece que o sono dava à adolescência de Inácio uma expressão mais acentuada feminina, quase, quase pueril. Uma criança! Ela disse a si mesma, naquela língua sem palavras que todos Trazemos conosco. E esta idéia abateu-lhe o Alvoroço do sangue e dissipou-lhe em parte um dos Sentidos turvação.

- Uma criança!

E mirou-o lentamente, fartou-se de vê-lo, com a cabeça inclinada, o braço caído; mas, ao mesmo tempo que o achava criança, achava-o bonito, muito mais bonito que acordado, e uma dessas idéias corrigia ou corrompia a outra. De repente estremeceu e recuou assustada: ouvirá um ruído ao pé, na saleta do engomado; foi ver, era um gato que deitara uma tigela ao chão. Voltando devagarinho um espia-lo, viu que dormia profundamente. Tinha o sono duro a criança! O que um boato tanto Abalara, não o fez sequer mudar de posição. E ela vê uma Continuou-lo dormir, - dormir e talvez sonhar.

Que não possamos ver os sonhos uns dos outros! D. Severina ter-se-ia visto a si mesma na imaginação do rapaz; ter-se-ia visto diante da rede, risonha e parada; depois inclinar-se, pegar-lhe nas mãos, levá-las ao peito, cruzando ali OS BRAÇOS famosos, os braços. Inácio, namorado deles, ainda assim ouvia as palavras dela, que eram lindas calidas, principalmente novas, - ou, pelo menos, pertenciam um algum idioma que ele não conhecia, posto que o entendesse. Duas três e quatro vezes a figura esvaía-se, logo Tornar Pará, vindo do mar ou de outra parte, entre gaivotas, ou atravessando o corredor com toda a graça robusta de que era Capaz. E Tornando, inclinava-se, pegava-lhe outra vez das mãos e cruzava ao peito os braços, até que inclinando-se, mais ainda, muito mais, abrochou os lábios e deixou-lhe um beijo na boca.

Aqui o sonho coincidiu com uma realidade, e como Nas mesmas bocas uniram-se na imaginação e fora dela. A diferença é que uma visão não recuou, ea pessoa real tão depressa cumprira o gesto, como fugiu até à porta, vexada e medrosa. Dali passou à sala da frente, aturdida do que fizera, sem olhar fixamente para nada. Afiava o ouvido, ia até o fim do corredor, a ver se escutava algum rumor que lhe dissesse que ele acordara, e só depois de muito tempo é que o medo foi passando. Na verdade, a criança tinha o sono duro; nada lhe abria os olhos, os fracassos nem contíguos, nem os beijos de verdade. Mas, se o medo foi passando, o vexame ficou e cresceu. D. Severina não acabava de crer que fizesse aquilo; embrulhara parece que os seus desejos na idéia de que era uma criança namorada que ali estava sem consciência nem imputação; e meia mãe, meia amiga, inclinara-se e beijara-o. Fosse como fosse, estava confusa irritada, aborrecida mal consigo e mal com ele. O medo de que ele podia estar fingindo que dormia apontou e deu-lhe na alma-lhe um calafrio.

Mas a verdade é que dormiu ainda muito, e só acordou para jantar. Sentou-se à mesa Lepido. Conquanto achasse D. Severina calada e severa eo solicitador tão ríspido como nos outros dias, nem uma rispidez de um, nem a severidade da outra Podiam dissipar-lhe a visão graciosa que ainda trazia consigo amortecer, ou-lhe a sensação do beijo. Não reparou que D. Severina tinha um xale que lhe cobria os braços; reparou depois, na segunda-feira, e na terça-feira, também, e até sábado, que foi o dia em que Borges mandou dizer ao pai que não podia ficar com ele, e não o fez zangado, porque o Tratou Relativamente bem e ainda lhe disse à saída:

- Quando precisar de mim para alguma coisa, procure-me.

- Sim, senhor. A Sra. D. Severina ...

- Está lá para o quarto, com muita dor de cabeça. Venha amanhã ou depois despedir-se dela.
Inácio saiu sem entender nada. Não entendia a despedida, nem a completa mudança de D. Severina, em relação a ele, nem o xale nem nada,. Estava tão bem! falava-lhe com tanta amizade! Como que é, de repente ... Tanto pensou que acabou supondo de sua parte algum olhar indiscreto, alguma distração que um Ofendera, outra coisa não era, e daqui a cara fechada eo xale que cobria os braços tão bonitos ... Não importa; Levava consigo o sabor do sonho. E Através dos anos, por meio de outros amores, mais efetivos e longos, nenhuma sensação achou nunca igual à daquele domingo, na Rua da Lapa, quando ele tinha quinze anos. Ele mesmo exclama às vezes, sem saber que se engana:

- E foi um sonho! um simples sonho!

(Fonte: Contos Consagrados - Machado de Assis - Coleção Prestígio - Ediouro - s / d)

 
Uma Vela para Dario

Guarda Dario vinha apressado, chuva-no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Sentou Por ela escorregando,-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.


Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.


Ele reclinou-se mais um pouco, agora estendido na calçada, eo cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem eo deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata ea cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario Roncou feio e bolhas de espuma Surgiram nenhum canto da boca.


Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta a outra, como crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario Sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.


A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar uma ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.


Alguém da Farmácia obteve na rua outra. Não carregaram Dario além da esquina; uma farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espanta-las.


Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo gozavam, como delicias da noite. Dario ficou torto como Deixaram o, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.


Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.


Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda uma rua e as calçadas: era um polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram nenhum corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.


O guarda aproximou-se do cadáver e Não Pode identifica-lo - os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.


A última boca repetiu - Ele morreu morreu, ele. A gente começou a se dispersar. Dario Levará duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que Podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.


Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não fechar os olhos nem Pôde a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto ea multidão se espalhou, como mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.


Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.


Fecharam-se uma uma uma como janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, eo dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até uma metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva voltava, cair um que.

(Texto extraído do livro Vinte Contos Menores, Editora Record - Rio de Janeiro, 1979, pág.20. Também faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para uma Editora Objetiva).


Estilística

A Estilística é parte da gramática que estuda os processos de manipulação da linguagem que permitem a quem fala ou escreve sugerir conteúdos Emotivos e Intuitivos por meio das palavras. Além disso, estabelece Princípios Capazes de explicar as escolhas particulares feitas por indivíduos e grupos sociais no que se Refere ao uso da língua.


1. Denotação e conotação;
2. Figuras de Linguagem;
2.1. Figuras de Linguagem / Classificação das Figuras de Linguagem / de Palavra:
2.1.1.Metáfora;
2.1.2.Metonímia;
2.1.3.Catacrese, Perífrase, Sinestesia;

2.2.Figuras de Pensamento:
2.2.1.Antítese, Paradoxo, Eufemismo;
2.2.2.Ironia, hipérbole, Prosopopeia ou Personificação;
2.2.3. Amorizade, Gradação


2.3.Figuras de Construção ou sintáticas:
2.3.1. Elipse, zeugma, silepse;
2.3.2. Polissíndeto / Assíndeto, Pleonasmo, Anáfora, anacoluto, Hipérbato / Inversão;

2.4. Figuras de Som:
2.4.1.Aliteração, Assonância, Onomatopeia

3. Vícios de Linguagem:
3.1. Pleonasmo Vicioso, barbarismo, Solecismo
3.2. Ambiguidade, Cacofonia, Eco, Hiato, Colisão


4. Funções da Linguagem
4.1. Referincial ou Denotativa, Função Expressiva ou Emotiva, Função Apelativa ou Conativa;
4.2. Função Poética, Função Fática, Função Metalinguística.


SOBRE TODOS ESSES ASSUNTOS VÁ AO SITE: http://www.soportugues.com.br/secoes/estil/


LÁ TERÁ MUITAS RESPOSTAS ACERCA DESSES RECURSOS Lingüísticos RELEVANTES NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO LITERÁRIO.
















PROJETO AUTOBIOGRAFIA E BIOGRAFIA - 2 º ANO 2010 (Atividades do 1 º módulo)
Título: Eu sou você
Objetivos:
• Conhecer os membros de seu grupo, evitando constrangimento provável Decorrente das auto-apresentações formais.
• exercitar técnicas de aprender ouvir cuidadosamente um, durante uma conversa.
• exercitar sentimentos de empatia
(como sentir-se no lugar do outro).

Procedimentos: Os alunos se organizam em duplas, preferencialmente, com pessoas que não se conhecem. Formadas as duplas, Desenvolva as seguintes atividades em momentos distintos:



10 - Cada participante verbaliza ao colega informações RELATIVAS a si próprio, de forma bem objetiva. Seu colega de dupla apenas ouve-o atentamente, invertendo-se, posteriormente, as posições, num tempo de 10 minutos;


20 - Ao final do prazo estabelecido, todos retornaram ao grande grupo para as apresentações;
30 - em círculo, e um dos membros de cada equipe fica em pé, às costas de seu parceiro sentado na cadeira;



40 - O aluno que estava de pé faz sua apresentação como se fosse seu parceiro.
Por exemplo: Meu nome é ..., gosto de ..., ... faço, sou ..., etc;



50 - Concluída a apresentação, o parceiro apresentado (sentado, e que ficou em silêncio até então acrescenta), ou faz retira RELATIVOS ajustes ao que foi dito a seu respeito;


60 - Os alunos trocam de lugar, invertendo-se o processo (quem senta estava falando de pé,-se; quem estava sentado, levanta-se e apresenta seu colega).


Para finalizar, depois que todas as duplas se apresentaram, acrescentam-SE UM observações respeito de alguém do grupo, caso seja necessário.

Título: Eu: Ontem, Hoje, amanhã



Objetivo: Vivenciar situações de conhecimento de si mesmo e das demais pessoas do grupo.
Materiais: folhas brancas e canetas.
Procedimentos: Num primeiro momento, cada aluno escreva sua biografia, de acordo com o seguinte roteiro:

- Dados de identificação (nome, data e local de nascimento, nome dos pais, número de irmãos endereço, profissão dos pais ...);
- Recordações importantes da infância;
- Fortes Momentos da adolescência
(Aventuras, emoções, desafios, alegrias ,...);
- Pessoas que influenciar minha vida, até agora, por quê?;
- Linha de tempo, registrando momentos mais significativos até o presente.
Terminada a tarefa, um por um dos alunos Apresentou se e leu sua autobiografia. Os demais ficaram livres para anotar detalhes significativos da vida do colega.

Num segundo momento, os alunos Desenvolvem O Exercício a seguir.

Completar as frases:
• Dois objetivos que definem-me ...
• Três coisas que gosto de fazer ...
• Alguma coisa que acredito fazer bem ...
• Meu maior defeito ...
• Minha maior qualidade ...
• Três traços de meu caráter ...
• O que quero ser ...
• Minhas metas e objetivos ...
• O que faço Para alcançar minhas metas e objetivos ...
• Como me vejo nenhum ano de 2010.
Realizado o Exercício, os alunos se reuniram em grupos de 5 participantes para compartilharem as respostas.

Título: Quem sou eu?



Objetivo: Reconhecer-se e aceitar-se ou não é e como identificar o que pode fazer para mudar e viver melhor.
Materiais: cola, tesoura, revistas para recortar, papel pardo, canetas hidrocor.
Procedimentos: Os alunos procuraram em recortaram e revistas gravuras que identificassem traços de suas personalidades. A seguir, colaram-nas e fizeram em olha de ofício, UM POR UM, apresentação ao grupo, explicando o porquê da (s gravura) (s) eo que significava (m) como traço individual. Após essa etapa, foi criado coletivamente um painel.
Terminada a organização do painel, leitura de alguns poemas:Texto n º 1: IDENTIDADE

Às vezes nem eu mesmo
Sei quem sou.
Às vezes sou
"o meu queridinho"
Às vezes sou
"moleque mal criado"
Para mim
Tem vezes que sou rei,
herói voador,
Lutador de vaqueiro,
jogador campeão.
Às vezes sou pulga,
Sou mosca também,
que voa e se esconde
de medo e de vergonha
Às vezes sou Hércules, Sansão Vencedor,
peito de aço,
goleador.
Mas o que importa.
O que pensam de mim?
Eu sou quem sou, eu sou eu,
sou assim,
sou menino. (Pedro Bandeira)
Texto n º 2: Auto-retrato

Provinciano que nunca soube
Escolher bem uma gravata;
Pernambucano uma quem repugna
A faca do pernambucano;
Poeta ruim que na arte da prosa
Envelheceu na arte da infância,
E até mesmo escrevendo crônicas
Ficou cronista de província;
Arquiteto falhado, músico
Falhado (engoliu um dia
Um piano, mas o teclado
Ficou de fora) família, sem,
Religião ou filosofia;
Mal Tendo a inquietação de espírito
Que vem do sobrenatural,
E em matéria de profissão
Um tísico profissional. (Manoel Bandeira)
Texto n º 3: Auto-Retrato Falado
Manoel de Barros



Venho de um Cuiabá de garimpos e de ruelas entortadas.

Meu pai teve uma venda no Beco da Marinha, onde nasci.

Me criei no Pantanal de Corumbá entre bichos do chão,

aves, pessoas humildes, árvores e rios.

Aprecio viver em lugares decadentes por gosto de estar

entre pedras e lagartos.

Já publiquei 10 livros de poesia: ao publicá-los me sinto

Desonrado Meio e fujo para o Pantanal onde sou

um Garças abençoado.

Me procurei uma vida inteira e pelo que não me achei --

Fui Salvo.

Não estou na sarjeta porque Herdei uma fazenda de gado.

Os bois me recriam.

Agora eu sou tão ocaso!

Estou na categoria de sofrer do moral porque só faço (Manoel de Barros que nasceu em 1916 se firma cada vez mais como um de nossos melhores e maiores poetas. Ênio Silveira, no "O Livro das Ignorãças", Editora Civilização Brasileira - Rio de Janeiro , 1993, pág. 107)

Texto n º 4: Gita
Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho

"Eu que já andei
Pelos Quatro Cantos do Mundo
Procurando
Foi justamente num sonho
Que Ele me falou "
Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada
Nem fico sorrindo ao teu lado ...
Você pensa em mim toda hora
Me come, me cospe, me deixa
Talvez você não entenda
Mas hoje eu vou lhe mostrar ...
Eu sou a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou como Coisas da Vida
Eu sou o medo de amar ...
Eu sou o medo do fraco
A força da imaginação
O blefe do jogador
Eu sou, eu fui, eu vou ..
Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!
Eu sou o seu sacrifício
A placa de contra-mão
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição ...
Eu sou a vela que acende
Eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo
Eu sou o tudo o nada e ...
Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra
Do fogo, da água e do ar ...
Você me tem todo dia
Mas não sabe se é bom ou ruim
Mas saiba que eu estou em você
Mas você não está em mim ...
Das telhas eu sou o telhado
A pesca do pescador
A letra "A" tem meu nome
Dos sonhos eu sou o amor ...
Eu sou uma dona de casa
Nos pegue pagues do mundo
Eu sou a mão do carrasco
Sou raso largo, profundo ...
Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!
Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão ...
Euuuuuu!
Mas eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio
Euuuuu sou o início
O fim e o meio
Euuuuu sou o início
O fim e o meio ... (Intérprete Raul Seixas)


Após a leitura dramatizada do poema alunos, os:



• Identificaram no texto de contradições, como qualidades e os defeitos;
Refletiram • sobre
Como eu sou?
Aceito-me como sou ou não?
O que posso mudar para viver melhor?
O que os adultos pensam que sou?;
• Criaram um poema com uma mesma estrutura e forma do que foi lido, TENDO como título Quem sou eu?;
• realizaram apresentação em sala de aula. Os alunos que desejaram, fizeram exposição de trabalhos na escola pseudônimos, usando.

Título: Minha bandeira pessoal



Objetivo: Autoconhecer, identificando qualidades, habilidades e limites pessoais.
Materiais: Fichas de trabalho, lápis preto, lápis de cor e borracha.
Procedimentos: O professor orientou os alunos a se colocarem à vontade, acomodados espalhados pela sala de aula,.
Cada um recebeu uma ficha de trabalho, lápis e borracha. O professor explicou que cada aluno Deveria construir sua Bandeira, a partir das 6 perguntas, identificadas adiante.Para que os alunos compreendessem uma tarefa, o professor fez alusão ao fato de que uma bandeira, geralmente, representa um país, trazendo algo significativo de sua História.
Solicitou, então, aos alunos que respondessem às perguntas preferencialmente por meio de um desenho ou de um símbolo na área indicada. Os não desenhar que desejassem, Poderiam escrever uma frase ou algumas palavras. Indicando uma área onde respondidas Deveriam Ser (1, 2, 3, 4, 5 ou 6), o professor fez uma seguintes perguntas aos alunos.

• Qual a sua melhor qualidade?
• O que Gostaria de mudar em você?
• Qual a pessoa que você mais admira?
• Em que atividade você se considera muito bom?
• O que mais você valoriza na vida?
• Que dificuldades ou facilidades você encontra para trabalhar em grupo?

Terminada a tarefa, forme subgrupos compartilharam suas bandeiras, examinando-as e comentando as respostas dadas.
Na etapa seguinte, em grande grupo, pessoais e comentários individuais sobre o que mais chamou atenção em suas bandeiras eo que cada um descobriu sobre si mesmo e sobre o grupo. Na oportunidade, todos se manifestam sobre a experiência de ter compartilhado com o grupo o pessoal fazer seu, os seus sonhos, com suas descobertas, o seu pensar sobre si e sobre os outros.

Título: Quero, sobretudo, ...



Objetivos:
• Descobrir o que é ter liberdade interior.
• Questionar valores.
Materiais: lápis preto, folhas de ofício
Procedimentos: O professor distribuiu as folhas Impressas alunos para os ver (e orientou-os em um fazer uma leitura mais ea acrescentarem outros 10 aspectos diferentes dos enumerados (objetos, bens pessoais, comidas, etc)
A seguir, o professor desencadeou um trabalho de análise sobre as realidades Expressas pelos itens ea conseqüente seleção passível de ser realizada, obedecendo ao seguinte roteiro:

1. No quadro, há palavras demais! Vamos descartar algumas delas, porque Quem tudo abarca, tudo perde. Então, descartem, Riscando 4 itens.



2. Entregue sua lista um um colega para que ele Analisar um: Contém muitas coisas ainda. Em silêncio, mais o colega DEVE riscar 3 itens que não são importantes, devolvendo uma lista ao seu dono.


3. Agora, pense que você tem mais 10 anos de vida. Imagine o que poderia estar fazendo e suprima mais 3 itens desnecessários.
4. Pense em seu projeto de vida para todos (para a Humanidade), por isso, mais risque 3 itens.


5. Pense em seus melhores amigos. Escolha um item (Riscando-o) melhor amigo eo Ofereça ao seu (sua) (a).
6. Na vida, condicionamos pessoas, si --
Após a leitura dramatizada do poema alunos, os:
• Identificaram no texto de contradições, como qualidades e os defeitos;
• refletiram sobre Como eu sou? Aceito-me como sou ou não? O que posso mudar para viver melhor? O que os adultos pensam que sou?;
• Criaram um poema com uma mesma estrutura e forma do que foi lido, TENDO como título Quem sou eu?;
• realizaram apresentação em sala de aula. Os alunos que desejaram, fizeram exposição de trabalhos na escola pseudônimos, usando.

SEÇÃO PERFIL

1. Escolha uma personalidade da literatura brasileira ou portuguesa para Criar o perfil do escolhido (OBS: nada de absolvido, pesquise sobre a essa pessoa NOTÁVEL). Para que você tenha um parâmetro de como lidar com esse gênero textual "Biografia /" Perfil ", vá ao site da" Revista da Cultura "e entre em contato com diferentes perfis Construídos ao Longo da Existência dessa revista digital, 2007 a 2010, leia quanto para o (necessário Acredito que o mais é sempre melhor, nesse caso), assim já está melhor preparado para escrever o perfil da personalidade da área da literatura escolhido.
http://www2.livrariacultura.com.br/culturanews/rc31/index2.asp?page=revistacultura10 obrigatoriamente,

2. Preparar apresentação para classe (não se esqueça que uma apresentação de qualidade não exige cuidado com o tratamento de conteúdo, mas também os recursos materiais ser usado com um: painéis, cartazes, vídeos, data show, Retroprojetor, dentre outros).

3. Componha texto biográfico de Matemáticos (orientação do professor Narita) em versão multimídia (texto + imagens / fotos + trilha sonora, etc) OBS: PROJETO COMPLEMENTAR

4. Apresente socializar e como biografias junto aos colegas de classe.

32 comentários:

igor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
caique disse...

oie professora queria dizer q nesse sabado não poderei entrar então decidi postar meu recado antes
bom 1° eu não gostei quando a senhora disse que quando um cantor vende 1.0000 de discos temos q desconfiar pq não é de boa qualidade , na hora me veio o PE Fabio de melo na cabeça pq ele vendeu 1.0000 de discos e sua musica é de boa qualidade pois fala sobre a liturgia m explique isso por favor.

caique disse...


queria q a senhora me explicace o que se consta em uma declaração ex: a declaração da independencia não é possivel q só fale da independencia deve falar de algo mas?

ESPAÇO DE LÍNGUA E LITERATURA disse...

Caique de qual 3º ano??????? Você nâo gostou(pois não vamos discutir gosto) ou nâo concordou com a minha afirmação????

A discusão se pauta na questão de qualidade literária, no uso dos recursos textuais e linguísticos que autorizam afirmar que tal texto tem qualidade ou não.

Não discuto a qualidade da música, mas sim do texto, o uso surpreendente da linguagem verbal, da palavra falada ou escrita.

A qualidade do texto literário não tem relação com ao assunto, no caso litúrgia, pois só isso não autoriza, afirmar-se que há qualidade, além disso a função social das músicas/letras litúrgicas e gospel, foge completamente da discussão que proponho.

Quanto ao índice de vendagem, há vários aspectos envolvidos, no caso, a empresa Som Livre/Globo por trás da criação da imagem do artista, os que professam a religião Católica que tem no tal padre com um porta voz da palavra de Deus, dentre outros aspectos e não necessariamente, a qualidade literária.

Não nos esqueçamos que o Brasil continua com mais 30% de analfabetos e muito mais alfabetizados funcionais que não tem competência compreensiva.

Vamos continuar o nosso papo . Te aguardo.
até

Gabi...Bibi...Gabriela.... disse...

oi Piedade!
nada a comentar sobre as aulas e nenhuma dúvida a ser esclarecida, mas gostaría de uma força pra conversar com a escola a respeito disso: http://www.salaodoestudante.com.br/
acho que é uma oportunidade e tanta...o que você acha?

Thati Arantes disse...

Não tenho nenhuma duvida sobre as materias, mas eu queria argumentar sobre as atividades "Eu sou voce", pois nos ajudou a conhecer bem mais as pessoas, nos ajudou a mostar quem realmente somos, a mudar nossos pensamentos com as pessoas que achavamos que fosse aquilo que não é, nos ajudou a ouvir e principalmente: se colocar no lugar do outro.

Gui rique disse...

Guilherme Henrique ; 2°C . Professora primeiro ano que estou tendo aula com a senhora.Passando pra deixar meu comentario sobre a semana ,estou achando o projeto (quem sou eu) bem legal e por enquanto nem uma dúvida.

lg disse...

tales wiliam:2°C
aqui esta meu comentario da semana!!!
tenho achado as aulas dessa semanas muito boas, principalmente por causa do projeto que nos permite conhecermos não só um ao outro, mas tambem nós mesmos.
sem duvidas!!!(pelo menos por enquanto)

Erick CabriTo disse...

Eu gostei das aulas porque como sabemos ela e a melhor professora de lingua portuguesa da escola.
nao tenho nenhuma duvida por enquanto.
nao gostei de ter que fazer duplas e é isso aii joww.
tudo de boa ainda ^^

Pâam disse...

Pâmela Fortes Alves 2em C .. Eu gostei das aulas dessa semana,gostei muito da professora Piedade pois ela explica muito bem a materia,foi bom cada aluno se colocar no lugar do outro, e não tenho nenhuma duvida por enquanto.

jaqueline disse...

Oi professora, queria agradecer pela explicação, pois agora sei o que é literatura.

✘ Sαмý :) disse...

Ola professora ! Intao, depois de alguns anos sem ter aula com a senhora, estamos de volta no mesmo espaço.. Como sempre as aulas ja estao começando muito interessantes. Como por exemplo a atividade 'Eu sou voce', a qual foi muito bom conhecer um poco mais um colega. Fico feliz por voltar a ter aula com a senhora. As duvidas por enquanto ainda nao apareceram, mais tenho certeza que ainda terei muito o que perguntar. Uma Boa Noite !

renan disse...

Esta semana baicamente realizamos a tarefa, "eu sou voce" na qual soubemos um pouco mais sobre cada pessoa, a senhora comentou tambem sobre o poema épico " os Lusiadas " e apenas isso.
Por inquanto nao tenho nehuma duvida esta semana !

Renan Torres.

Rodrigo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
nayara disse...

Oie Professora, estou qui pra dizer que gostei muito das nossas aulas dessa semana,a senhora esta sendo bem objetiva com esse projeto,não tenho nenhuma duvida.

Bruuuh* disse...

Olá Professora, venho aqui para te confessar que fiquei MUITO assustada quando me disseram que iria ter aula com você, pelo que as pessoas falam né.. mas confesso também qe a senhora é o oposto de tudo que ja ouvi de mal a respeito a você, adorei suas aulas, consegui aprender tudo, pois a senhora é bem clara e objetiva, não brinca no serviço como a senhora mesmo disse.. não tenho duvidas nenhuma! e achei super legal a atividade eu sou você, e Eu: ontem-hoje-amanhã! adoro essas coisas relacionadas a nós mesmo! beijos!

Evillyn disse...

Olá Professora *-*
Não tenho nenhuma duvida sobre as materias, gostei muito do projeto "Eu sou você", pois conheci melhor as pessoas da minha sala ... Adorei quando a senhora começou a falar um pouco da viva do Machado de Assis , pois nao sabia que ele tinha passado por tudo isso, e foi muiito bom saber que ele conseguiu chegar aonde ele queria.
Piedade senti muita falta das suas aulas depois desses anos, pois, são as melhores ! (não deixa o Narita ler isso - kkk)a senhora explica tudo que tem que ser explicado, não deixa ninguém sair com duvidas da sala!
Então é isso professora, ainda nao tenho duvidas sobre as aulas...
um grande beijo!
Até segunda

Evillyn Faria 2° EM B

Rodrigo disse...

OLA Piedade!
Porinquanto estou adorando suas aulas.
Com a senhora dando aula agora acredito que a produtividade da sala almentará bastante!
Boa Noite!

Rodrigo Alves Lima 2ºEM B

Allan disse...

Oi professora aqui é o Allan Squizatto do 2°A.Passei aqui para dizer que o projeto QUEM SOU EU,é interessante para conhecer melhor nosos amigos e pessoas.Por inquanto nenhuma duvida.

Taamyh --* disse...

Olá professora aqui é a tamires ribeiro do 2°EMA por enquanto não tenho nenhuma dúvida.

ygor disse...

Ygor 7°b prof nao sabia onde erra para postar comentarios entao vai aqui adorei a sua aula de terça sobre os films e queria dar uma dica do filme "Furia Sobre Rodas"do diretor "Luc Besson" e tb gostei do livro novo voh ficando por aqui ate a proxima prof.

yanara disse...

oi professora apreciei muito as aulas, pois aprendi muita coisa. Gostei muito da atividade quem sou eu pois conheci melhor os alunos novos e também que ja estudavam na sala.2°C

danilopereira1607 disse...

Olá professora Piedade gostei das aulas dessa ultima semana pois aprender é sempre bom ainda mais o poder que a palavra tem.

Allan disse...

Professora aqui é o Allan Squizatto do 2°A.Apresentei um pouco de dificuldade na pagina 8 do caderno do aluno volume 4.

Juliana disse...

Oiiiiiiiiii profª passei aqui para dizer que adorei a sua aula de hoje
Bjs jULIANA rOSA 5ª-B!!!!!!!!

lucas disse...

oi professora

aqui e o Lucas Prudenciano do 2emc
nao tive nehoma duvida por em quanto
gostei muito das aulas
todas interessantes
espero q continua assim
bejos

amanda disse...

Oii Professora, vim aqui falar, qe por enquanto não estou tendo nenhuma duvida, achu que suas aulas estão sendo bastantes produtivas, estou gostando das aulas em que a senhora fala explica o que é a literarura, estou gostando muito. Beijos Amanda Paiva 2º EMA

Taamyh --* disse...

olá professora! quero dizer que estou adorando as aulas, estão cada vez mais interessantes,estou aprendendo coisas que não sabia como literatura.Espero aprender muito mais com você
Abraço Tamires Ribeiro 2°EMA

renan disse...

06/03.

esta semana, fizemos uma analise sobre o conto "Missa do Galo" de Machado de Assis, depois fizemos uma revisão sobre sentindo Denotativo e Conotativo, oque e textos Não literários e textos literários. por fim, fizemos outra analise sobre o texto “Identidade”

Renan Graminha Torres .

Higor Lisboa disse...

oi professora embora não tivemos todas as aulas as aulas dadas foram muito claras para mim, na questão de literatura(não literários e literários).

HIGOR MENEZES RAMALHO LISBOA 2ºEMB

'Bruna Martino disse...

Bruna Martino, 2EM- B

essa semana de aula, não fiquei com duvida nenhuma, e continuo gostando do assunto!

Ariela disse...

Bom professora... Primeiro queria dizer que estou achando muito interessante suas aulas.. E estou gostando muito de aprender mais sobre conto e sobre os tipos de contos diferentes...

Ariela - 2° EM A